O Atlético-MG mostrou interesse em
contratar Zé Carlos quando ele passava por uma fase ruim no
Botafogo. Não houve acordo para a transferência, mas
desde então o meia deu a volta por cima, recuperou a vaga e
será titular novamente nesta quarta-feira, exatamente contra
o Galo. Hoje ele se mostra satisfeito por não ter desistido
de continuar buscando seu espaço no clube carioca.
- Poderia ter ido, pois o interesse surgiu num momento em que eu
não vinha jogando. Mas fiquei, fui bem e comecei a marcar
gols bonitos e até impossíveis. Agradeço ao
Atlético pela confiança, mas acho que tomei a
decisão certa.
Zé Carlos afirma que pesou muito em sua decisão de
ficar o fato de o Botafogo contar com um grupo no qual a
adaptação foi muito fácil.
- O Botafogo tem um grupo maravilhoso. Ainda tenho muito a dar ao
clube. Por isso, se for para sair, apenas para o futebol do
exterior. Hoje não tenho motivo para que seja para outro
clube do Brasil
Depois de dizer não ao Atlético, Zé Carlos garante que tomou decisão certa (Brasileirão 2008) escrito em quarta 23 julho 2008 14:33
Mesmo com sete titulares pendurados, Ney não quer equipe tirando o pé (Brasileirão 2008) escrito em quarta 23 julho 2008 14:17
O Botafogo enfrenta o Atlético-MG,
nesta quarta-feira sem qualquer jogador suspenso. Mas o panorama
pode mudar radicalmente no próximo domingo, exatamente no
clássico contra o Flamengo. Isso porque o time tem
atualmente nada menos do que sete titulares pendurados.
Castillo, Thiaguinho, Renato Silva, Andre Luis, Lucio Flavio,
Carlos Alberto e Wellington Paulista somam dois cartões
amarelos. A mesma situação é vivida por
Ferrero e Fábio, que vêm sendo pouco utilizados.
O panorama é complicado, mas o técnico Ney Franco
deixa claro que não quer ver jogadores tirando o pé
na partida contra o Atlético pensando no clássico do
próximo domingo.
- Vou pedir que eles evitem ao máximo o terceiro
cartão amarelo, mas nada além disso. Se tiver
que fazer uma falta, tudo bem. Quanto mais tempo pudermos
retardar essa situação, melhor, pois teremos mais
opções no grupo - observa o treinador.
Carlos Alberto: 'Momento é de alerta' (Brasileirão 2008) escrito em quarta 23 julho 2008 13:47
As boas atuações nas últimas partidas têm deixado jogadores e torcedores do Botafogo otimistas. Mas de nada adianta se os resultados não forem positivos. Por isso, Carlos Alberto deixa um aviso para o jogo contra o Atlético-MG, nesta quarta-feira. As duas equipes terão uma briga direta, já que somam os mesmos 15 pontos e estão separados por três posições (13º dos cariocas e 16º dos mineiros).
- O momento é de alerta, de atenção. Não podemos bobear. Uma derrota para o Atlético seria muito ruim, pois chegaríamos mais perto de uma zona perigosa e ainda seria ruim para o jogo contra o Flamengo, no domingo. Mas se vencermos, estaríamos próximos dos times que estão na frente - observa.
Depois da boa atuação na derrota por 2 a 1 para o São Paulo, quando marcou o gol do Botafogo, Carlos Alberto deve ser titular contra o Atlético-MG. O jogador, que recentemente recuperou-se de uma lesão no tornozelo esquerdo, acredita que seu desempenho no Alvinegro seja satisfatório até o momento.
- Tirando o jogo contra o Fluminense, em que todos foram mal, acho que tenho jogado bem. Além disso, tenho me cuidado, tanto que tive bom desempenho contra o São Paulo, mesmo vindo de lesão. Lógico que existem críticas, mas é preciso ter equilíbrio para que elas não influenciem negativamente.
Clube vive clima de eleições para presidente (Brasileirão 2008) escrito em quarta 23 julho 2008 13:39
O Botafogo escolherá seu
novo presidente em novembro, mas o clube já vive clima de
eleições. Depois de dois mandatos, Bebeto de Freitas
não pode mais concorrer. Ainda não surgiu um
candidato de situação, mas a oposição
se movimenta em torno de Manoel Renha, que foi colaborador da atual
diretoria, mas em 2008 se afastou do Alvinegro após
divergências com o atual presidente.
Ele ainda não decidiu se será mesmo candidato. Para
que isso aconteça, ele quer contar com o mínimo de
condições financeiras. Por isso, terá nesta
terça-feira o terceiro de quatro encontros com
empresários que desejam investir no clube a partir de 2009.
O caminho das conversas aponta para que Manoel Renha concorra
à presidência apenas se chegar a um acordo com estes
investidores, que lhe garantiriam de um mínimo de R$ 50
milhões e um máximo de R$ 70 milhões, dando
estabilidade econômica nos primeiros seis meses de governo,
segundo algumas previsões.
Isso porque, de acordo com alguns membros do
Conselho Deliberativo, o Botafogo já recebeu de forma
adiantada as receitas de transmissão da TV, do
patrocínio da Liquigás e da Kappa relativos ao ano de
2009, o que deixaria o clube com receitas insuficientes para o
início do novo triênio presidencial. Como pretende
aumentar o nível de profissionalismo do Alvinegro, Manoel
Renha espera contar com esses investidores em seu possível
governo.
Caso ele não seja candidato, Carlos Augusto Montenegro e
Ricardo Rotenberg são cotados. Mas por não serem
nomes de consenso, como é o caso de Renha, é
possível que a oposição lance um outro nome,
aumentando a concorrência pelo cargo de presidente
alvinegro.
Jorge Henrique admite que concorrência com Gil é estímulo (Brasileirão 2008) escrito em sexta 18 julho 2008 16:44
Exatamente quando Gil disputava sua
primeira partida no Botafogo, Jorge Henrique teve uma grande
atuação na vitória por 4 a 0 sobre o Ipatinga,
na última quarta-feira. O atacante reconhece que a chegada
de um concorrente direto foi um dos fatores que influenciaram seu
desempenho na partida.
- O jogador precisa sempre provar a ele mesmo que pode melhorar
sempre. Com a chegada do Gil vou ter de me dedicar ainda mais para
permanecer entre os titulares. Isso é bom, pois aumenta a
motivação - explica.
Para Jorge Henrique, a chegada de um novo atacante serve
também para reforçar a vocação ofensiva
do Botafogo. E o camisa 7 acredita que esta postura deva ser
utilizada também nas partidas fora de casa, como a contra o
São Paulo, no próximo
domingo.
- Sempre que o nosso time esperou o adversário, perdeu. No
Rio ou fora é preciso arriscar tudo, pois o importante
é pontuar sempre







